quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Luiza (que estava no Canadá) voltou ao Brasil e já foi entrevistada pelo Jornal Hoje


A intercambista que virou a webcelebridade da semana participou de uma reportagem da edição desta quinta-feira (19) do Jornal Hoje (TV Globo) e contou sobre a repercussão da propaganda com sua família que a fez virar a sensação da internet nos últimos dias. Luiza Rabello disse que se assustou no começo com a moda do “Menos Luiza, que está no Canadá”, mas que logo foi tranquilizada pelo pai. Ela resolveu voltar mais cedo de seu intercâmbio devido ao acontecido.
 
“Eu estava um pouco nervosa em voltar, não sabia o que me esperava por aqui. Estava ansiosa pela repercussão [da propaganda] e por voltar, ver a família que não via há tempo, amigos, o namorado. Foi bastante impactante”, contou a jovem de apenas 17 anos.
 
Já seu pai, o colunista social Gerardo Rabello, contou que a frase vem rendendo diversos convites para estrelar novos comerciais. “Já fizemos alguns contatos com agências de propaganda. Não posso decidir nada por ela. Ela vai fazer comerciais se quiser”, disse. 
 

Petista sugere reservas de vagas para deputados negros

O deputado Luiz Alberto (PT-BA) sugeriu uma Proposta de Emenda à Constituição(PEC) com o objetivo de criar reservas de vagas na Câmara Federal, nas Assembleias Legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal para parlamentares negros. De acordo com a proposta, o número de vagas seria definido com base no percentual de pessoas que tenham se declarado negras ou pardas no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A proposta prevê ainda a prorrogação da reserva por mais cinco legislaturas, por intermédio de uma lei complementar. O deputado disse que existem 30 deputados negros na casa. Com a proposta, iriam para 150. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa vai analisar a admissibilidade da PEC. Caso aprovada, uma comissão especial será criada para avaliar a proposta. Depois, o texto precisará ser votado em dois turnos no plenário da Câmara. Informações Folha de São Paulo.

Dilma veta exigência de diploma para cabeleireiro e turismólogo

Duas leis que regulam as profissões de turismólogo, cabeleireiro, barbeiro, esteticista, manicure, pedicure, depilador e maquiador foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (19). No entanto, na prática, com os vetos da presidente Dilma Rousseff, as normas se limitaram a descrever as profissões. A justificativa para não exigir diploma e registro profissional foi a de que a Constituição "assegura o livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, cabendo a imposição de restrições apenas quando houver a possibilidade de ocorrer algum dano à sociedade”. No caso dos turismólogos, o texto aprovado pelo Congresso exigia certificado de curso superior de Bacharelado em Turismo ou em Hotelaria, com dispensa apenas para os profissionais com mais de cinco anos de atuação na área. Também estipulava um prazo de 80 dias para registro em órgão federal, mediante apresentação de documento que comprovasse a conclusão do curso superior ou experiência maior do que cinco anos. Para os cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, pedicures, depiladores e maquiadores, o texto aprovado no Parlamento exigia diploma em ensino fundamental ou habilitação específica fornecida por entidades públicas ou privadas, legalmente reconhecidas. Estavam dispensados dessas exigências apenas os profissionais com pelo menos um ano de experiência na área. Em todos os casos, os dispositivos foram vetados pela presidente Dilma.